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| (Fonte:http://tappetti.blogspot.com) |
Quarta-feira (dia 28/09) no período da tarde serão apresentadas (e mais do que isso será realizada uma oficina que colocará todos nós para dançarmos também) danças típicas e brincadeiras de roda com a queridíssima Thaiza Carvalho (ex-educadora da AME, hoje mestranda na área de Educação Especial) e mais alguns convidados que virão alegrar nossa tarde.
Danças populares que serão apresentadas nas oficinas:
Coco: O nome significa cabeça de onde vêm as músicas, de letras simples. Com influência africana e indigena é uma dança de roda acompanhada de cantoria e executada em pares, fileiras ou círculos durante festas populares do litoral e do sertão nordestino. Recebe várias nomenclaturas diferentes, como coco-de-roda, coco-de-embolada, coco-de-praia, coco-do-sertão, coco-de-umbigada, e ainda outros o nominam com o instrumento mais característico da região em que é desenvolvido, como coco-de-ganzá e coco de zambê. Cada grupo recria a dança e a transforma ao gosto da população local.
O som característico do coco vem de quatro instrumentos (ganzá, surdo, pandeiro e triângulo), mas o que marca mesmo a cadência desse ritmo é o repicar acelerado dos tamancos. A sandália de madeira é quase como um quinto instrumento, se duvidar, o mais importante deles. Além disso, a sonoridade é completada com as palmas.
Ciranda: No estado de Pernambuco, trata-se de um folguedo original, contando principalmente com a participação dos adultos, que não excluem a criançada quando esta deseja entrar na roda.Como o coco, ela é bastante comunitária, não tendo nenhum preconceito quanto ao sexo, cor, idade, condição social ou econômica dos participantes.Os integrantes das cirandas são denominados de cirandeiros e cirandeiras. Tradicionalmente, além destes últimos, compõem também o folguedo o mestre, o contra-mestre e os músicos, que ficam no centro da roda. Cabe ao mestre a responsabilidade de iniciar e comandar a animação, de tirar os cantos, de tocar o ganzá (mineiro), e de manter a ordem quando necessária. Ele utiliza um apito que fica pendurado no pescoço para auxiliá-lo nas suas funções.
Cacuriá: O cacuriá é uma dança típica do estado do Maranhão, no Brasil, surgida como parte das festividades do Divino Espírito Santo, uma das tradições juninas. A dança é feita em pares com formação em círculo, o "cordão", acompanhada por instrumentos de percussão chamados caixas do Divino (pequenos tambores).
No final da Festa do Divino Espírito Santo, após a chamada derrubada do mastro, as caixeiras do carimbó podem descansar. É neste momento que elas passam à porção profana da festa, com o cacuriá. A parte vocal é feita por versos improvisados respondidos por um coro de brincantes. O ritmo é uma derivação do carimbó maranhense.
Inicialmente, o cacuriá era praticado unicamente com as caixas, mas aos poucos foi-se acrescentando outros instrumentos, como banjo, violão, clarinete e flauta.
(Fonte: www.http://pt.wikipedia.org)

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